Monthly Archives: abril 2018

Morre a pessoa mais velha do mundo, aos 117 anos

A japonesa Nabi Tajime estava internada desde janeiro; quem assume sua posição é outra japonesa de 115 anos e 326 dias

Redação Bahia.Ba

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A pessoa mais velha do mundo morreu neste domingo (22), no Japão. Aos 117 anos, Nabi Tajima era considerada a pessoa mais velha pelo Grupo de PEsquisas de Geriatria dos Estados Unidos (GRG), com 117 anos.

A japonesa estava internada em um hospital de Kikai, no sul do Japão, desde janeiro, e faleceu de causas naturais. Nascida em 4 de agosto de 1900, ela teve mais de 160 descendentes.

Tajima não chegou a ser reconhecida pelo “Guinness Book”, o livro dos recordes, já que permaneceu apenas sete meses no posto de pessoa mais velha do mundo, após a morte da jamaicana Violet Brown, também de 117 anos, em setembro.

A nova dona do título, de acordo com o GRG, é a japonesa Chiyo Miyako, que completa 116 anos e 354 dias neste domingo. Em seguida aparece a italiana Giuseppina Projetto-Frau, de 115 anos e 326 dias.

Novo príncipe: Kate Middleton dá à luz um menino em Londres

Bebê real nasceu nesta segunda-feira; nome ainda não foi divulgado

Redação Bahia.Ba

A duquesa de Cambridge, Kate Middleton, mulher do príncipe Willian, deu à luz a mais um menino nesta segunda-feira (23). O nome do mais novo membro da família real, que nasceu com 3,8 kg, ainda não foi divulgado pelo Palácio de Kensington. Momentos antes, o Palácio havia informado que Kate tinha entrado em trabalho de parto e estava com o marido no hospital. Esse é o terceiro filho do casal. Eles já são pais de George e Charlotte.

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ESTÁ CHEGANDO A CAMPANHA DE VACINAÇÃO

Começa nesta segunda-feira (23/04) a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. A Secretaria da Saúde de Cairu oferecerá a vacina em todas as unidades de saúde, nos horários normais de atendimento, para os grupos com recomendação apontados pelo Ministério da Saúde. A vacinação ocorrerá de segunda a sexta-feira, até 1 de junho.

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Brasil pede explicação ao Facebook sobre vazamento de dados de 400 mil brasileiros

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O governo federal notificou o Facebook para explicar o suposto vazamento de dados para a empresa britânica de marketing digital Cambridge Analytica. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (18) pelo Ministério da Justiça.

Em março deste ano, veículos de mídia dos Estados Unidos e do Reino Unido revelaram que um desenvolvedor, Aleksandr Kogan, coletou informações de milhões de pessoas usando um aplicativo e repassou à empresa de análise, que utilizou os registros para influenciar eleições, como a disputa dos Estados Unidos de 2016.

Neste mês, o Facebook revelou que o vazamento teria atingido 87 milhões de pessoas, indo além dos Estados Unidos. Esse total incluiu 443 mil usuários brasileiros, que segundo a empresa foram notificados sobre o ocorrido.

A notificação do governo brasileiro, expedida pela Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, traz uma série de questionamentos que deverão ser respondidos em até 10 dias pelo Facebook. Entre eles, o número de brasileiros atingidos, como os dados foram utilizados e a quem essas informações foram repassadas.

Em depoimento ao Congresso dos EUA, o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, admitiu que outras empresas compraram as informações levantadas pelo desenvolvedor Aleksandr Kogan. A Senacon também indagou o escritório do Facebook no Brasil sobre o que está sendo feito para contornar o problema.

De acordo com o Ministério da Justiça, se os questionamentos não forem respondidos poderá haver a instauração de processo administrativo. Se condenada, a empresa pode ser multada em até R$ 9 milhões.

“Esse compartilhamento indevido viola a Constituição Federal, que resguarda a privacidade do cidadão”, diz a secretária substituta, Ana Carolina Caram.

Questionado pela ABr sobre a notificação, o Facebook enviou um comunicado em que afirma que “nada é mais importante do que proteger a privacidade das pessoas. Estamos à disposição para prestar esclarecimentos às autoridades sobre este caso”, disse a assessoria de empresa.

Em depoimento ao Congresso dos EUA, Zuckerberg admitiu falhas no cuidado com os dados de usuários e anunciou medidas que, segundo ele, aumentariam o controle das pessoas sobre as informações na plataforma.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) já havia aberto investigação sobre a responsabilidade do Facebook no caso no dia 21 de março. No documento que instaura o inquérito, o órgão aponta um “tratamento ilegal de dados” no episódio.

Congresso

No Congresso Nacional, deputados também solicitaram explicações ao Facebook sobre o caso. Na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) foram apresentados diversos requerimentos sobre o vazamento e temas correlatados, como a relação entre dados pessoais e eleições.

Os integrantes do colegiado aprovaram um seminário sobre privacidade, dados pessoais, as chamadas fake news e a regulação das plataformas.

Ciberia // Agência Brasil

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Entra em vigor lei que aumenta pena para motoristas alcoolizados

Entrou em vigor na última quinta-feira (19) a Lei 13.546/2017, que ampliou as penas mínimas e máximas para o condutor de veículo automotor que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quanto não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima.

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A nova legislação, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, modificou artigos e outros dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/1997).

Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas psicoativas variava de 2 a 5 anos. Com a mudança, a pena aumenta para entre 5 e 8 anos de prisão.

Além disso, a lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente. Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, agora foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, incluindo também a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

As alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) também incluem a tipificação como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas.

Para reforçar o cumprimento das penas, foi acrescentada à legislação um parágrafo que determina que “o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no Artigo 59 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime”.

Para a professora Ingrid Neto, doutora em psicologia do trânsito e coordenadora de um laboratório que pesquisa o tema no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), uma legislação que endureça as penas para quem comete crimes de trânsito é importante para coibir a prática, mas não pode ser uma ação isolada.

“Quando a gente fala em segurança do trânsito, estamos tratando desde as ações de engenharia e infraestrutura das vias, o trabalho de educação no trânsito [voltado à prevenção], e o que chamamos de esforço legal, que é justamente uma legislação dura, que as pessoas saibam que ela existe, mas combinada com um processo efetivo de fiscalização”, argumenta.

Para Ingrid, por mais dura que seja um legislação, ela não terá efeitos se não vier articulada com outras iniciativas complementares.

“Na lei seca [que tornou infração gravíssima dirigir sob efeito de álcool] nós vimo isso. No começo, houve uma intensa campanha de educação e fiscalização, o que reduziu de forma significativa o índice de motoristas que bebem e insistem em dirigir, mas a partir do momento que a fiscalização foi reduzida, as pessoas se sentiram novamente desencorajadas a obedecer a lei”, acrescenta.

Ciberia // Agência Brasil

Temer tira dinheiro da saúde e do combate à violência contra a mulher para usá-lo em publicidade

No último dia 10, o governo de Michel Temer, através do Ministério do Planejamento, baixou a Portaria 75, que remaneja recursos do orçamento para a Secretaria de Comunicação (Secom), pasta responsável pela propaganda oficial do Planalto. A manobra foi denunciada por parlamentares do PSOL.
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De acordo com Ivan Valente (PSOL-SP), quase R$ 209 milhões em recursos que estavam previstos para serem aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS), nas políticas de combate à violência contra a mulher, na reforma agrária e no setor de aviação e transportes foram realocados e serão utilizados para pagar custos com publicidade governamental, a menos de seis meses para as eleições.

De acordo com a Fórum, o presidente Michel Temer cogita se candidatar.

“Não podemos concordar com isso, é uma medida ilegal fazer propaganda governamental para induzir o candidato do Planalto às vésperas das eleições (…) É muito grave. Além da PEC que corta e congela gastos para a área social, ainda tem um remanejamento para autopromoção e propaganda com agências de publicidade”, disse Valente.

Contra a medida, o PSOL informou que encaminhou uma representação à procuradoria-geral da República (PGR) e ao Tribunal de Contas da União (TCU). Os deputados do PSOL pretendem ainda convocar o ministro do Planejamento para dar explicações à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara.

À Folha, a Secretaria de Comunicação informou, por meio de nota, que “se trata de uma recomposição” e que tais recursos estavam previstos no orçamento deste ano, mas foram cortados pelo Congresso.

Denúncia ignorada

O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) chamou atenção para o fato de que, na noite de terça-feira (18), quando a bancada do PSOL fez a denúncia no Salão Verde da Câmara, nenhum jornalista da mídia tradicional foi cobrir, pois, de acordo com o parlamentar, as grandes emissoras e jornais serão os mais beneficiados com os recursos que o governo pretende investir em publicidade.

“Estamos no Salão Verde e ninguém da grande imprensa veio cobrir essa denúncia, pois eles que serão os beneficiados”, disse o deputado em transmissão ao vivo veiculada na página do PSOL no Facebook.