Monthly Archives: junho 2018

Com 12 dias de festa, Camamu dá início ao São João

Neste sábado (16), teve início um dos mais extensos festejos juninos da Bahia, trata-se da cidade de Camamu, no Sul da Bahia, que anunciou 10 dias de São João que segue até dia 25. Mas o a festa continua, já que a prefeitura emendou mais 02 dias em comemoração ao Dia da Cidade, no próximo 27 de Junho, quando a cidade faz 127 anos de emancipação política. Totalizando 12 dias de festejo junino.

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Além dos shows musicais o evento terá extensa programação cultural (2017). Fotos: Aleilton Oliveira
São mais de 25 atrações locais e regionais, organizados num típico arraiá caipira com uma programação cultural bastante ampla e diversificada. O evento que é organizado pela Prefeitura de Camamu leva o nome de ‘A Fazendinha” um típico arraiá junino, onde predomina o forró durante toda a programação.

A cidade de Camamu está com um dos mais belos circuitos de São João da Bahia. Além da ornamentação detalhada, a programação acompanha a ideia de São João Cultural, com apresentações de diversas quadrilhas organizadas, principalmente pelas secretarias municipais, pelas escolas da cidade e grupos culturais, além das bandas que tem trazido em seu repertório o forró arrasta-pé e xote. A programação cultural tem início todos os dias a partir das 17h. O apoio do São João é da Bahiatursa.

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Programação de Shows

Sábado, 16/06

Fábio Cigano

Turma da Catuaba

Domingo, 17/06

Baixinho dos Teclados, Forró Flor de Cheiro

Segunda-Feira, 18 /06

Forró Xiado

Xote dos Amigos

Terça-feira, 19/06

Forró Safadinho

Forró Paia de Milho

Quarta-feira, 20/06

Forró Totalmente Demais

Juninho dos Teclados

Quinta-feira, 21/06
Fabíola Lins
Brisado do Forró

Sexta-feira 22/06

Kapiche do Forró

Banda Tagadá

Forró Palito de Fogo

Sábado, 23/06

Bonde do Andrezão

Gabriela Maia

Banda Kebraê

Domingo, 24/06

Cupim de Ferro

Fabíola Lins

Brenda Gonçalves (The Voice)

Segunda, 25/06

Banda Tripolar

Ryan Giroto & Henrique

A festa acontece na Praça Francisco Xavier Borges.

Dia da Cidade

O São João de Camamu emenda com a programação do Dia da Cidade que se inicia no dia 26 e termina no dia dia 27, quando a cidade completando 127 anos de emancipação política.

Programação: Sem Retoque, Trio da Ruana, Pirilampo, Tony Canabrava, Lucinho Mendes e Vitrine do Amor.

A festa de Aniversário acontece na praça do Fórum. (Diário de Camamu)
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Lançamento da Frente Parlamentar para Registro das Matrizes do Forró acontecerá na próxima terça-feira (19) na Alba

Com o objetivo de atuar em Defesa do Registro das Matrizes do Forró como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), através do acompanhamento, proposição e análise de proposições e programas que disciplinem todos os assuntos, será lançando na próxima terça-feira (19), a Frente Parlamentar. A proponente do encontro é a deputada estadual Fátima Nunes Lula (PT), com apoio dos também deputados Aderbal Caldas, Bira Corôa e Zó. O evento acontecerá no Plenarinho da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), a partir das 13h30.
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“Preservar as Matrizes do Forró como Patrimônio Cultural Imaterial do país é reconhecer a importância da construção da identidade nordestina e assegurar uma valorização das tradições e o acolhimento das diversas demandas dos artistas forrozeiros. Essa luta é daqueles que respeitam o forró como identidade do nosso Nordeste, considerada como referência cultural, transmitidas de geração a geração, através de danças, ritmos e saberes enraizados no cotidiano do nosso povo sertanejo e comunidades espalhadas pelo Brasil”, declarou Fátima Nunes.

Estarão presentes no lançamento sanfoneiros, cantores, zabumbeiros, artistas no modo geral, produtores de bandas, além de parlamentares, estaduais e federais, que defendem o registro. A presidente do Colegiado Bahia, Rozania Macedo, também estará presente. Inúmeras ações estão sendo realizadas pela representante do estado, entre elas audiências no Ministério da Cultura, em Brasília, bem como na Câmara Federal, visando realizar encontros, simpósios, seminários, reuniões, festivais e outros eventos, relacionados à temática, para concretização do registro.

Seminário – No dia 19 de abril, foi realizado na Alba, um seminário que debateu as políticas públicas em Defesa das Matrizes do Forró. No encontro, estiveram presentes deputados estaduais e federais, a exemplo de Daniela Almeida, Aderbal Caldas, Bira Corôa e Zó; a senadora Lídice da Mata; o diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Antonio Roberto Pellegrino Filho; o diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial, Hermano Fabrício Oliveira Guanaes de Queiroz (representante do IPHAN Nacional); a coordenadora de Projetos Intersetoriais da Secretaria Estadual de Educação da Bahia, Nilde Nobre; os cantores Adelmário Coelho, Carlos Pita, Val Macambira, Trio Nordestino, Júlio César, Antônio José, Sandro Becker, Cicinho de Assis, Del Feliz, Vinni Brasil, Alex e Camargo, entre muitos outros.

Fonte: Ascom da deputada estadual Fátima Nunes Lula (PT-BA)

O colonialismo não criou só a escravidão; também mudou a geologia da Terra

Além da criação da escravidão e de um triângulo comercial entre continentes, o Colonialismo também foi responsável por mudar a própria geologia da Terra, defendem dois cientistas britânicos.

O Colonialismo trouxe muita riqueza a países como Portugal, Espanha e Grã-Bretanha, desempenhou um forte papel na escravidão de mais de 10 milhões de africanos e criou os primeiros mercados globais de algodão, tabaco e açúcar. Mas, agora, o Colonialismo também é “acusado” de outra coisa: mudar a geologia da Terra.

De acordo com o The Guardian, esta é a visão de dois cientistas britânicos que acreditam: o impacto do Colonialismo foi tão profundo que pode ser detectado no ar e nas rochas da Terra. Uma ideia sustentada no livro “O Planeta Humano: Como Criamos o Antropoceno”, escrito por Simon Lewis e Mark Maslin e publicado na semana passada.

Os dois cientistas da University College London descrevem a colonização do continente americano e de outros territórios como uma “experiência evolutiva de base planetária baseada no Homem”, que começou no século XVI e que “vai continuar indefinidamente”.

A maioria dos cientistas aceita que, ainda hoje, a Humanidade influencia a vida do planeta, traduzindo-se em mudanças como os movimentos das placas tectônicas, a acidificação dos oceanos e a exterminação de muitas espécies.

As consequências de todas estas ações vão continuar sendo detectáveis durante milhões de anos. Como recorda o jornal britânico, essa nova época é chamada de Antropoceno.

Porém, os cientistas discordam sobre a data em que o período começou. Alguns dizem que se iniciou com as explosões das primeiras bombas atômicas, eventos que provocaram uma revolução tecnológica e que deixaram registros radioativos nas rochas da Terra.

Outros consideram que é ainda mais recente e apontam o plástico como o principal culpado que, misturado com as rochas, tem formado uma camada geológica distinta. De qualquer forma, as origens do Antropoceno são vistas como relativamente recentes.

É aí que Lewis e Maslin discordam da comunidade científica. A dupla de cientistas acredita que tudo começou durante a Colonização desencadeada no século XVI.

O Antropoceno começou durante a Colonização?
“A chegada dos europeus teve um impacto profundo na América Central e do Sul”, afirma Maslin ao Observer.

“Levaram consigo germes como a varíola, sarampo, gripe, febre tifoide e muitas outras doenças que provocaram a morte de mais de 50 milhões de americanos, que não tinham exposição prévia a esses patógenos, em poucas décadas. O povo americano entrou em colapso e a agricultura de subsistência foi destruída”, explica.

“Podemos detectar isso nos núcleos de gelo da Antártida. Eles fornecem uma história da atmosfera por milhares de anos e mostram que os níveis de dióxido de carbono atingiram um mínimo distinto por volta de 1610 porque as florestas, que são muito melhores do que as culturas agrícolas para absorver o dióxido de carbono, cobriam agora vastas áreas da paisagem americana – graças à erradicação das pessoas que já tinham cultivado lá. Esse efeito persistiu durante décadas até a população na América ter sido outra vez restaurada”.
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Esta é a marca – o ano de 1610 – que realmente define o Antropoceno, consideram os cientistas. Além disso, os dois acreditam que os movimentos colonialistas não afetaram só os povos, mas também os animais e as plantas.

Durante as décadas em que exploraram o continente americano, os europeus se alimentavam das suas batatas e tomates, enquanto que na China e na Índia se consumiam suas especiarias.

Estas importações também tiveram um profundo impacto. “Na China, por exemplo, a chegada do milho permitiu a criação de terras mais secas, gerando novas ondas de desflorestação e um grande aumento populacional”, dizem.

A colonização da América resultou assim em um triângulo comercial: os produtos europeus foram vendidos para a África em troca de escravos, que foram transportados para a América para cultivar algodão e tabaco para a Europa. Pela primeira vez, o mundo estava ligado a um único sistema econômico global.

A globalização tinha começado e seu impacto no planeta tem sido vasto desde então. Um dos resultados foi a homogeneização da vida na Terra. Ratos e outras pragas transportados nos navios invadiram os habitats de espécies isoladas, ao mesmo tempo que mais terras foram sendo destinadas à agricultura.

“Um bom exemplo disso é a minhoca”, declara Maslin. “Nos EUA, a maioria das minhocas que encontramos são, na verdade, de origem europeia. São melhores em competir por nutrientes, então tomaram conta do solo na América do Norte desde que os europeus as trouxeram através do Atlântico no século XVI. Esta é uma coisa que ninguém consegue reverter. Vão ficar lá para sempre”, explica.

“O Antropoceno começou com a difusão do Colonialismo e da escravidão. É uma história de como as pessoas tratam o meio ambiente e de como se tratam entre si”.

“Nos tornamos uma nova força da natureza, ditando o que vive e o que é extinto. Embora, em um aspecto importante, somos diferentes de qualquer outra força da natureza: nosso poder, ao contrário das placas tectônicas ou erupções vulcânicas, é reflexivo, ou seja, pode ser usado, modificado ou mesmo retirado”, concluem os autores.

Diários de viagem revelam o lado racista de Einstein

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Albert Einstein defendia que o racismo era “uma doença de pessoas brancas”, mas escreveu um diário no qual descreveu os chineses como um povo “imundo”.

Além dos contributos científicos, Albert Einstein também é lembrado por defender os direitos humanos, posicionando-se contra a discriminação. No entanto, certas passagens em seus diários de viagens contradizem essa imagem de homem tolerante.

Os textos que escreveu durante visitas ao Japão, à China e ao Sri Lanka, contêm comentários xenofóbicos que só agora vieram a público.

Em um discurso proferido na Universidade Lincoln, nos Estados Unidos, em 1946, Einstein disse que o racismo era “uma doença de pessoas brancas”. Contudo, duas décadas antes, o prêmio Nobel teria escrito em um dos seus diários de viagens que os chineses eram “povo diligente, imundo, e obtuso”.

Estes textos não se destinavam à publicação. Mas, 90 anos depois, os cadernos foram traduzidos do alemão e publicados pela primeira vez em inglês pela Princeton University Press. Estes diários já tinham sido publicados em alemão, enquanto parte de uma coletânea de ensaios e trabalhos acadêmicos de Albert Einstein, adianta o Público.

Seria “uma pena se os chineses suplantassem as outras raças”. Essa frase escrita por Einstein pode chocar muitos de nós, devido ao contraste “com a imagem pública do grande ícone humanitário”, explica Ze’ec Rosenkranz, responsável pela tradução do texto e diretor assistente do Projeto Einstein Papers, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.

“É um pouco chocante lê-los e contrastá-los com as afirmações públicas. Estão mais desprotegidos, ele não escreveu para que fosse publicado”, continua.

Além destes comentários xenofóbicos, o Nobel tece ainda comentários de “extrema misoginia” contra as mulheres chinesas: “pouca diferença entre homens e mulheres“.

“Notei a pouca diferença que há entre homens e mulheres e não percebo que tipo de atração fatal têm as mulheres chinesas que enfeitiçam os homens a tal ponto que são incapazes de se defenderem contra a bênção extraordinária da descendência”, escreveu.

Já em relação ao Sri Lanka, Einstein escreveu que os locais vivem “em grande imundice e fedor“, acrescentando que “fazem pouco e precisam de pouco”.

Os japoneses, porém, se destacam ao receberem comentários mais positivos. “Os japoneses são modestos, decentes e muito atraentes. Almas puras, como ninguém. Uma pessoa ama e admira o país.”

Apesar do clima de intensa paixão pelo povo japonês, Einstein termina com um comentário depreciativo: “As necessidades intelectuais desta nação parecem ser mais fracas do que as necessidades artísticas – disposição natural?”, questiona.

Rosenkranz refere que os comentários de Albert Einstein em relação à suposta inferioridade dos japoneses, chineses e indianos podem ser vistos como racistas.

Ainda assim, embora as visões de Einstein fossem prevalentes na época, não eram universais, destaca o editor. “Havia mais pontos de vista, e pontos de vista mais tolerantes. Parece que Einstein teve algumas dificuldades em se reconhecer na frente do outro”, conclui Rosenkranz.

A trilha sonora ficará por conta das bandas Raimundos e ÀTTOOXXÁ e dos cantores Rincon Sapiência e Clariana Fróes e da DJ Ana Julieta Inédito na capital baiana, o Bud Basement fará as pessoas torcerem de uma forma completamente diferente e autêntica, assim como a cerveja Budweiser que, além de ser a patrocinadora global do Mundial da FIFA, acredita que para ter atitude e ser autêntico, você deve viver em seus próprios termos, sem se importar com o que os outros pensam. No próximo sábado (17), primeiro dia do evento, os portões serão abertos às 15h. Após a transmissão do jogo entre Croácia x Nigéria, o rock pesado da banda Raimundos dará o start ao evento que promete movimentar a capital baiana com mistura de cenários e muita atitude. A cantora Clariana Fróes e a DJ Ana Julieta também sobem ao palco neste dia. Já no domingo (18), estreia da seleção brasileira na copa contra a Suíça, o som inconfundível do grupo ÀTTOOXXÁ e a rima certeira do rapper Rincon Sapiência irá energizar e não deixar ninguém parado no Bud Basement Salvador 2018. Paralela às atrações musicais, as pessoas poderão desfrutar de galpões com barbearia, estúdio de tatuagem, campeonatos de totó e futebol de botão, uma quadra de street soccer e uma “banca” para os fanáticos por figurinhas terem um ponto de encontro para troca e até disputarem as mais valiosas no bom e velho ‘bafo’. Sobre a Budweiser Basement O evento leva uma experiência autêntica para os consumidores. O espaço com inúmeras atrações terá palco para receber bandas e DJs com curadoria especial, um bar temático e telões com visão 360° que transmitirão os aguardados jogos da Copa do Mundo. Além disso, exposição de motos, barbearia, estúdio de tatuagem e grafite também farão parte do ambiente. “O grande desafio é desenvolver não apenas grandes campanhas ou parcerias, mas sim enriquecer as experiências dos nossos consumidores. Budweiser Basement é um projeto criado para contar um pouco mais da nossa história e dividir os valores que nos unem. É um espaço interativo e que reflete nossa atitude”, explica André Clemente, diretor de eventos da Ambev. Sobre a Budweiser A cerveja lager mais famosa do mundo, acredita que para ter atitude e ser autêntico, você deve viver em seus próprios termos, sem se importar com o que os outros pensam. Há mais de 140 anos, a cerveja Budweiser é produzida da mesma forma e seguindo suas próprias regras. Em suas campanhas a marca destaca essa atitude e os detalhes de sua produção: seus ingredientes naturais (água, malte, arroz e lúpulo), lascas da madeira de beechwood – usadas no processo de fermentação, que ajudam a arredondar seus aromas e sabor único INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: LK COMUNICAÇÃO

Aborto

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nesta quinta-feira (14) por 129 votos a favor, 125 contra e 1 abstenção o projeto de lei que descriminaliza o aborto, em uma sessão histórica que durou cerca de 22 horas e meia.

No Brasil, o tema será debatido nos dias 3 e 6 de agosto em audiência pública convocada pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber. Os debates deverão auxiliar a ministra na elaboração de seu voto sobre a questão, que ainda não tem data para ser julgada.

Rosa Weber é relatora de uma ação protocolada no ano passado, na qual o PSOL questiona a constitucionalidade de artigos do Código Penal que preveem pena de prisão para mulheres que cometem aborto nos casos não autorizados por lei.

Atualmente, o aborto só é permitido em caso de estupro, fetos anencéfalos ou para salvar a vida da gestante.

Em 2016, por maioria de votos, a Primeira Turma do STF decidiu descriminalizar o aborto no primeiro trimestre da gravidez. Seguindo voto do ministro Luís Roberto Barroso, o colegiado entendeu que são inconstitucionais os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto.

O entendimento, no entanto, valeu apenas para um caso concreto julgado pelo grupo. A decisão da Turma foi tomada com base no voto do ministro Barroso.

Para o ministro, a criminalização do aborto nos três primeiros meses da gestação viola os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, o direito à autonomia de fazer suas escolhas e o direito à integridade física e psíquica.

Congresso
No Congresso Nacional, no ano passado, causou polêmica a proposta de emenda à Constituição (PEC) 181/2015 que pode abrir a possibilidade de proibir todas as formas de aborto no país, inclusive dos casos considerados legais. Houve mobilização da sociedade contra a proposta.

A PEC 181 tratava inicialmente da ampliação da licença-maternidade para mães com bebês prematuros. Por 18 votos a um, a comissão especial da Câmara que debatia o tema aprovou o parecer do relator, favorável à extensão da licença.

No entanto, o relator, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), acrescentou uma mudança no texto: de que os direitos constitucionais da dignidade da pessoa humana, da inviolabilidade da vida e igualdade de todos perante a lei devem ser considerados “desde a concepção”, e não somente após o nascimento.

Para partidos de oposição e integrantes do movimento femininista, a mudança foi uma manobra das bancadas evangélica e católica para reforçar a proibição do aborto no país. O texto ainda tramita no Congresso.

Fonte: Agência Brasil

A trilha sonora ficará por conta das bandas Raimundos e ÀTTOOXXÁ e dos cantores Rincon Sapiência e Clariana Fróes e da DJ Ana Julieta
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Inédito na capital baiana, o Bud Basement fará as pessoas torcerem de uma forma completamente diferente e autêntica, assim como a cerveja Budweiser que, além de ser a patrocinadora global do Mundial da FIFA, acredita que para ter atitude e ser autêntico, você deve viver em seus próprios termos, sem se importar com o que os outros pensam.

No próximo sábado (17), primeiro dia do evento, os portões serão abertos às 15h. Após a transmissão do jogo entre Croácia x Nigéria, o rock pesado da banda Raimundos dará o start ao evento que promete movimentar a capital baiana com mistura de cenários e muita atitude. A cantora Clariana Fróes e a DJ Ana Julieta também sobem ao palco neste dia.

Já no domingo (18), estreia da seleção brasileira na copa contra a Suíça, o som inconfundível do grupo ÀTTOOXXÁ e a rima certeira do rapper Rincon Sapiência irá energizar e não deixar ninguém parado no Bud Basement Salvador 2018.

Paralela às atrações musicais, as pessoas poderão desfrutar de galpões com barbearia, estúdio de tatuagem, campeonatos de totó e futebol de botão, uma quadra de street soccer e uma “banca” para os fanáticos por figurinhas terem um ponto de encontro para troca e até disputarem as mais valiosas no bom e velho ‘bafo’.

Sobre a Budweiser Basement

O evento leva uma experiência autêntica para os consumidores. O espaço com inúmeras atrações terá palco para receber bandas e DJs com curadoria especial, um bar temático e telões com visão 360° que transmitirão os aguardados jogos da Copa do Mundo. Além disso, exposição de motos, barbearia, estúdio de tatuagem e grafite também farão parte do ambiente. “O grande desafio é desenvolver não apenas grandes campanhas ou parcerias, mas sim enriquecer as experiências dos nossos consumidores. Budweiser Basement é um projeto criado para contar um pouco mais da nossa história e dividir os valores que nos unem. É um espaço interativo e que reflete nossa atitude”, explica André Clemente, diretor de eventos da Ambev.

Sobre a Budweiser

A cerveja lager mais famosa do mundo, acredita que para ter atitude e ser autêntico, você deve viver em seus próprios termos, sem se importar com o que os outros pensam.

Há mais de 140 anos, a cerveja Budweiser é produzida da mesma forma e seguindo suas próprias regras. Em suas campanhas a marca destaca essa atitude e os detalhes de sua produção: seus ingredientes naturais (água, malte, arroz e lúpulo), lascas da madeira de beechwood – usadas no processo de fermentação, que ajudam a arredondar seus aromas e sabor único
FONTE: LK COMUNICAÇÃO

Dudu Barros e Alexandre Peixe agitam o fim de semana do Pereira

Além da programação de Copa do Mundo, o espaço traz duas festas tradicionais para temporada de festejos

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O final de semana é de muita agitação no Pereira, no Porto da Barra. Amanhã, 15, às 23h59, acontece no Bar da Toca – espaço do restaurante especializado em cervejas – a segunda edição da festa Funk, com o produtor Dudu Barros no comando das pick ups. Já no sábado, 16, às 17h, quem anima os convidados no local é Alexandre Peixe, com a festa Axézin. Embalados pelos clássicos da música baiana, Peixe promete mais um fim de tarde, em frente à Baía de Todos os Santos, inesquecível. Para fechar a programação, o restaurante ainda montou um buffet especial para receber os clientes para assistirem aos jogos da Copa do Mundo, com cerveja Budweiser dobrada e muito conforto.

SERVIÇO:

FESTA FUNK COM DUDU BARROS

LOCAL: Restaurante Pereira (Av. Sete de Setembro, 3959, Barra)

DATA: 15/06/2018 (sexta-feira)

HORÁRIO: 23h59

VALORES:

Feminino: R$60

Masculino: R$80

Mesa: R$1000

FESTA AXÉZIN COM ALEXANDRE PEIXE

LOCAL: Restaurante Pereira (Av. Sete de Setembro, 3959, Barra)

DATA: 16/06/2018 (sábado)

HORÁRIO: 17h

VALOR: R$ 70

FONTE: LK COMUNICAÇÃO

Megaoperação de combate ao tráfico de drogas é deflagrada em Valença

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Uma megaoperação de combate ao tráfico de drogas foi deflagrada na manhã desta quinta-feira, 14, na cidade de Valença (a 127 km de Salvador). A ação conjunta das polícias Civil e Militar já cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão de drogas e armas no município baiano.
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Participam da operação mais de 100 policiais, ligados à 5ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), 33 Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), ambas de Valença, da Coordenação de Operações Especiais (COE), do Grupamento Aéreo (Graer), dos Departamentos de Polícia do Interior (Depin), Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Cacaueira e das Rondas Especiais (Rondesp) Sul.
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FONTE: Jornal A TARDE
FOTOS: Alberto Maraux | SSP-BA

Neutralidade da rede chega ao fim nos EUA

A lei que acaba com a neutralidade da rede nos Estados Unidos, um princípio que garantia a igualdade de acesso à internet, entrou em vigor nesta segunda-feira (11).

A regulação da neutralidade na rede, aprovada durante o governo do ex-presidente Barack Obama, impedia que os provedores de internet bloqueassem ou diminuíssem a velocidade de acesso a determinados sites, beneficiando o acesso a alguns deles em detrimento de outros, alegando que a navegação online é um serviço público.

No entanto, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) aprovou em dezembro do ano passado uma lei que põe fim à neutralidade. O apoio dos republicanos na instituição foi essencial para a mudança.
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Seis meses depois da decisão, a nova regulamentação entrou em vigor nesta segunda-feira, sepultando uma causa defendida pessoalmente por Obama.

“Agora, 11 de junho, essas desnecessárias e danosas regulações de internet serão revogadas e o enfoque bipartidário que funcionou no mundo online durante 20 anos será restabelecido”, afirmou em maio o presidente do FCC, Ajit Pai, indicado por Donald Trump.

A partir de hoje, os provedores podem bloquear ou diminuir a velocidade de acesso de qualquer site, inclusive os de veículos de imprensa ou de plataformas de vídeo, como a Netflix.

O que mais preocupa o setor de tecnologia é a influência da medida sobre os modelos de negócio na rede já que o fim da neutralidade da rede abre a possibilidade de que as empresas estabeleçam pacotes diferenciados para acesso a sites que consumam mais dados, como YouTube e a própria Netflix.

Nas últimas semanas, os democratas no Senado utilizaram um mecanismo do Congresso para reverter decisões de agências federais. Por 52 votos favoráveis e 47 contrários, a oposição conseguiu vencer o primeiro obstáculo para restabelecer na neutralidade da rede. No entanto, na Câmara dos Representantes, a maioria republicana fez valer seu peso e impediu a votação.

O Ciberia defende que os utilizadores têm o direito de acessar o Facebook com tanta rapidez como acessam o G1. Na data em que a FCC aprovou a lei que pôs fim à neutralidade da rede nos Estados Unidos, o Ciberia clarificou sua posição de defesa deste princípio, que foi incluída no Estatuto Editorial do ZAP, site do qual o Ciberia é irmão.

Será possível trocar plástico por cupons no supermercado em Portugal

O governo português apresentou na semana passada um conjunto de iniciativas para reduzir o impacto da poluição que os plásticos criam no país. Trocar plástico por cupons de desconto no supermercado é um dos incentivos propostos.

Na quinta-feira (7), o governo apresentou um pacote de medidas para aumentar a reciclagem dos plásticos. Entre elas está a possibilidade de trocar plástico usado nos supermercados por vouchers para uso no estabelecimento comercial.

A cada segundo, são fabricadas, em média, 9,5 quilos de resinas sintéticas moldáveis no mundo. Por esse motivo, escreve o Diário de Notícias, o plástico é um poluente que chama cada vez mais a atenção global.

“Até 2021, Portugal terá um sistema de incentivos para quem reciclar esses materiais”, diz ao jornal o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, referindo-se ao relatório do grupo de trabalho sobre plásticos, que a Agência Portuguesa do Ambiente tornou público na Fundação Calouste Gulbenkian.

“Uma das principais medidas é a instalação de unidades de recolha em pontos de grande venda de plásticos, como os supermercados. O peso que o consumidor entregar será depois convertido em vouchers de compras nesses mesmos estabelecimentos”, explica o responsável.

A entrega de plástico em troca de vouchers de compras pode entrar em vigor já no próximo ano nos grandes supermercados, depois nas estações de serviço e nas áreas com restaurantes, avança o Jornal de Negócios.

Caso a medida não surta o efeito desejado, poderão ser implementadas taxas de retorno para as garrafas de plástico de águas e refrigerantes para que os consumidores sejam incentivados a devolver as garrafas, como o que acontece com as garrafas de vidro com tara (taxa de retorno).

Esta última iniciativa é defendida pelo PAN e pelo Bloco de Esquerda português, mas o governo não quer implementá-la por enquanto, escreve o Jornal de Notícias.

Campanhas de educação ambiental e acordo com os produtores, distribuidores e restaurantes são algumas das medidas previstas pelo governo. A ideia é reduzir o consumo de garrafas de plástico (voltando a dar uso às garrafas de vidro nos restaurantes, por exemplo) e aumentar a recolha dos plásticos utilizados.

A recolha porta a porta feita pelos municípios deverá também ser alargada, não só para os plásticos, mas também para os biorresíduos, como alimentares e de jardins. Ainda assim, a medida não será aplicada da mesma forma em todo o país.

No caso das águas e dos refrigerantes, Carlos Martins propõe também que as garrafas, tampas e rótulos sejam feitos do mesmo material, de modo a simplificar o tratamento de resíduos.
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