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Museu Geológico da Bahia participa da Primavera de Museus

Réplica do meteorito Bendegó é uma das 20 mil peças do acervo
museu_geologico_bahia_foto_Divulgação

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De 18 a 23 de setembro, o Museu Geológico da Bahia (MGB), que tem mais de 20 mil peças em seu acervo, vai participar da 12ª edição da Primavera de Museus, que este ano traz como tema “Celebrando a Educação em Museus”. Uma diversidade de atividades integrará a programação, desde a exibição de filmes seguidos de debates, mesas redondas e exposições de jogos, fotos e grafites. O evento é realizado pelo Ibram, autarquia vinculada ao Ministério da Cultura, e é um convite à reflexão sobre o lugar da educação nos museus brasileiros.

“O tema deste ano reforça o papel fundamental de um museu e contempla um dos viés do MGB, que é a educação através do programa Museu Escola Comunidade (PMEC), que busca promover a integração da programação educativa-cultural do museu, com instituições de ensino público e privado, desde a educação infantil ao ensino superior e a outros grupos que desenvolvem atividades sociais ou culturais”, afirma Luiza Maia, secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), do qual o museu é vinculado.

Criado em 1975 e abrigado em um casarão da década de 1940, no Corredor da Vitória, o MGB tem entre suas atrações principais uma réplica do meteorito Bendegó, que recentemente foi assunto nacional após o incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, onde encontra-se o artefato original. Quando encontrado, nos idos de 1784, em uma fazenda próxima à atual cidade de Monte Santo, Bahia, o Bendegó era considerado o maior meteorito encontrado em solo brasileiro e segundo maior do mundo. Atualmente ocupa o 16º lugar, em tamanho.

“Adquirir conhecimento, aprofundar-se na história, consumir cultura, aumentar o potencial educativo e até mesmo ver de perto o que aprende-se nos livros são alguns dos variados motivos para ir até um museu. A réplica do meteorito de Bendegó recepciona o visitante logo na entrada. Ainda no foyer, um painel interativo com um simples toque pode teletransportar o visitante a uma misteriosa cratera de maneira lúdica e atrativa”, explica Heli de Almeida Sampaio, coordenador do Museu Geológico.

Na sala dos meteoritos, o visitante aprende que os corpos celestes vagam no espaço desde a forma de estrelas gigantes à microscópicos fragmentos de asteróides. A sala do Universo ativa os sentidos através de imagens e sons que remetem às estrelas, às galáxias, ao sol e aos planetas. Outra grande atração é o Planetário, composto por uma cápsula inflável, com capacidade para acomodar 15 pessoas, por apresentação, e permite a simulação do sistema solar e seus principais astros.

Existe ainda uma coleção de pedras preciosas e cristais, a réplica de esqueleto e estrutura de um mastodonte, obra da artista plástica Nanci Novaes, o meteorito Quijingue, único meteorito misto, de rocha e ferro, do Brasil. Há também o painel confeccionado com pedras e rochas da Bahia, de autoria do artista plástico Juarez Paraíso, além de uma sala dedicada a contar a história do petróleo brasileiro.

O museu tem ainda um auditório que foi inaugurado em 1985 e desde 1996 abriga o Cinema do Museu, uma das salas de projeção de filmes de arte de Salvador. Com capacidade para 125 pessoas, o local é considerado um dos melhores espaços culturais da cidade. Além da projeção de filmes educativos, o museu é utilizado para realização de eventos científicos e culturais.

“Ter um equipamento como este, fonte de enriquecimento dos saberes para crianças e adolescentes, que permite um contato real e científico com aquilo que eles vêem nos livros, que mostra o potencial mineral do nosso estado e curiosidades do nosso planeta é um patrimônio inconteste de conhecimento da nossa Bahia e que precisa ser valorizado e conhecido”, destaca Luiza Maia.

O circuito inteiro de visita ao Museu Geológico abrange 15 salas temáticas e tem entrada gratuita. Para grupos acima de 15 pessoas é oferecida visita orientada, atividade também gratuita, sempre previamente agendada: no telefone (71) 3336-3498 ou no e-mail, mgb@sde.ba.gov.br. Os horários de visitação são de terça a sexta, das 13h às 18h, e aos sábados e domingos, das 13h às 17h.

O Cinema do Museu também é palco das Terças Musicais, com apresentação mensal de Cameratas da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), fruto de parceria com o Teatro Castro Alves, toda primeira terça-feira.

Programação completa no MGB – De 18 a 23 de setembro de 2018

EXPOSIÇÃO: Jogos Africanos – Colégio Estadual Odorico Tavares

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: Celebrando a Educação em Museus – Colégio Estadual Odorico Tavares

EXPOSIÇÃO: Grafite sobre Papelão – Givanildo Mateus.

18/09 – Terça-feira

8h30 às 11h – Exibição de filme seguido de debate sobre “Museus e as possibilidades educativas”. Debatedores: Carla Caroline Mota Neri, Elizabeth de Jesus da Silva e Felipe da Silva Borges

13h30 às 16h30 – Exibição de filme seguido de debate sobre “Museu na Rota das Relações Étnico Raciais” Debatedores: Profa.Dra. Elizabeth de Jesus da Silva, Luciana Mendes Senna e Msc.Bárbara Vérgas

19/09 – Quarta-feira

8h30 às 11h – Exibição de filme seguido de debate sobre “Cinema, leitura, pereformace: celebrando a educação em museus”. Debatedores: Carla Caroline Mota Neri, Felipe da Silva Borges e Fábio Rodrigues Filho

14h às 17h – Mesa redonda: EM DEBATE “Celebrando a Educação nos Museus?” Participação em processo de confirmação

20/09 – Quinta-feira

8h30 às 11h – Exibição de filme seguido de debate sobre “Museus e Memórias”. Debatedores: Carla Caroline Mota Neri, Felipe da Silva Borges e Fábio Rodrigues Filho

13h30 às 16h30 – Exibição de filme seguido de debate sobre “Museu na Rota das Relações Étnico Raciais”. Debatedores: Prof.Dra. Elizabeth de Jesus da Silva, Luciana Mendes Senna, Msc. Bárbara Vérgas

21/09 – Sexta-feira

9h às 12h – Mesa redonda sobre: “Articulações conceituais: História, Patrimônio e Museu”. Participação: Profa. Dra. Joseania Freitas e Prof. Dr. Marcelo Cunha

14h às 17h – Mesa redonda: “Entre o digital e o presencial: a museologia e os museus no mundo contemporâneo” Participação: Prof. Dr. Claudio Oliveira, Profa. Msc. Luciana Messeder, Profa. Dra. Rita Maia e Prof. Msc. Heli de Almeida Sampaio Filho.

Ascom/SDE/ Foto da sala de pedras: Marcelo Ferrão/ Foto do do réplica meteorito Bendegó: Divulgação

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