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Alba entrega carta aberta ao Planalto e Congresso

Após sessão especial de iniciativa do deputado estadual, Hildécio Meireles (PMDB), presidente da Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo, nesta quinta-feira (24), cuja pauta principal foi a cobrança sem sucesso por respostas referentes aos investimentos da Petrobras na Bahia para os próximos anos e também sobre as obras paralisadas do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, ficou definido que medidas mais duras precisam ser tomadas. O martelo foi batido e uma carta aberta, intitulada Carta da Bahia pela retomada das obras de implantação do estaleiro e de fabricação das sondas de perfuração para exploração do pré-sal, assinada pelos 63 deputados, com intuito de impedir que a indústria naval baiana regrida ainda mais, será entregue ao Palácio do Planalto e ao Congresso Nacional.

De acordo com Hildécio Meireles, nenhum representante da estatal se fez presente, porém o estado de estagnação não apenas na intervenção do estaleiro Enseada que resultou na desmobilização de quase 10 mil pessoas, mas também na região é de estarrecer e não pode mais esperar. “E nós enquanto representantes do povo não podemos cruzar os braços para situações como esta. Portanto, a carta surgiu como compromisso da Assembleia Legislativa da Bahia, casa criada com o princípio maior de defender o cidadão baiano, para dar continuidade a esta luta”, pontuou.

Por fim, o deputado enfatizou que foi consenso no debate que para que seja possível a retomada dos trabalhos do Estaleiro, é imprescindível que o Governo Federal, especialmente através do Ministério de Minas e Energia (MME), da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, lidere este processo de governança, e haja com a celeridade necessária para dar andamento aos pleitos. “Acreditamos que com a ação do Governo Federal, os impasses serão superados e a retomada das atividades trará a região novamente o cenário de progresso econômico experimentado pelos baianos quando do início das atividades do Estaleiro”.

Presente na sessão e conclamando por soluções, o diretor de Relações Institucionais da Enseada, Humberto Rangel, que também representou a Fieb, detalhou a performance do estaleiro ao longo do processo de implantação, a partir de 2012. “Fomos obrigados a paralisar as obras do estaleiro com um avanço significativo de 82% de conclusão e R$ 2,6 bilhões já investidos, de um total de R$ 3,2 bilhões. No pico das obras, em 2014, a empresa gerou 7.200 empregos diretos, sendo mais de 80% para as comunidades do entorno”, revelou Rangel, assegurando que: “se a pleno vapor estivesse, o estaleiro teria hoje, somente aqui na Bahia, cerca de 6.000 integrantes. Atualmente a empresa registra menos de 300, que cuidam apenas de atividades administrativas e preservação de equipamentos”.

Mais além, o prefeito de Jaguaripe, Heráclito Rocha Arandas, classificou o cenário como de desastre completo. “Seja pela perda dos empregos, seja perda do sonho que foi construído em torno do estaleiro, pela frustração de toda uma comunidade que investiu as suas economias em atividades comerciais que hoje estão falidas, mas a Assembleia dá um passo importante nessa luta e espero que os outros poderes façam o mesmo”, conclamou. O estaleiro Enseada é um dos maiores empreendimentos da Indústria Naval da Bahia e um dos maiores do Brasil, cujas obras são orçadas em R$ 3,2 bilhões.
SESSÃO 2

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