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Estaleiro na Bahia pede homologação de pedido de recuperação extrajudicial

por Estadão Conteúdo
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O estaleiro Enseada Paraguaçu, que estava sendo construído em São Roque do Paraguaçu, no Recôncavo Baiano, solicitou na última sexta-feira (27) a homologação de um pedido de recuperação extrajudicial da companhia. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, o plano teve a adesão de 60% dos credores e o valor total da dívida é de cerca de R$ 750 milhões. Calcula-se ainda que o estaleiro tenha dívidas de R$ 2 bilhões com bancos. É a primeira vez que uma empresa do grupo Odebrecht recorre à Justiça para ter um plano de recuperação aprovado. A recuperação extrajudicial é diferente da recuperação judicial, porque a negociação das condições da reestruturação dependem somente dos credores. No plano que aguarda homologação na Justiça, a previsão é de que a dívida seja paga em 19 anos. Além da Odebrecht, eram sócios originalmente do estaleiro as construtoras UTC, OAS e o grupo japonês Kawasaki, que chegaram a investir, juntos, R$ 2,7 bilhões no estaleiro. De acordo com o pedido inicial feito à Justiça, a proposta foi aprovada por 64% dos credores da unidade de negócios da Bahia. O Enseada Paraguaçu foi construído para atender aos contratos fechados com a Sete Brasil, que encomendou seis sondas da empresa em 2011. O balanço de 2015 da companhia já indicava os sinais de dificuldade, pois havia um passivo de curto prazo de R$ 2 bilhões sem cobertura de novas receitas. A Sete Brasil deixou de repassar para o estaleiro R$ 1,4 bilhão pelos contratos de navios que já estavam em construção. Entre os principais credores da recuperação extrajudicial estão as empresas GE, Caterpillar e National Oilwell Varco.

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